[FF] MACINTYRE, Audrey Stuart - Professora

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

[FF] MACINTYRE, Audrey Stuart - Professora

Mensagem por Audrey Stuart MacIntyre em Qui Dez 08, 2016 3:50 pm


Audrey Stuart MacIntyre










22 anos



Escocesa



Corvinal



Adelaide Kane
Dados do Personagem

Nome completo: Audrey Emanuelle Stuart MacIntyre
Apelido: Drey, Emma, Manu, Elle
Família: Stuart | MacIntyre
Data de nascimento: 09 de agosto
Altura: 1,63m
Olhos: Castanhos
Cabelos: Castanhos
Características psicológicas

Qualidades: Oratória, simpatia, carisma, paciência, capricho, bondade, boa conduta, educação, sinceridade...
Defeitos: Falta de confiança, perfeição, sensibilidade...
Medos: Árvores, altura, morte...
Vê testrálios?: A primeira vez que Audrey viu testrálios ela tinha apenas 12 anos. Estava em seu segundo ano em Hogwarts e já tinha lido sobre esses animais. Quando ela fora pagar a detenção -que recebeu de uma forma injusta- na floresta proibida, ela escutara alguns ruídos. Antes do ocorrido com o seu irmão, ela sempre fora muito destemida e corajosa, mas ela não era mais a mesma, então recuou daquele local. Mas ao dar meia volta, ela percebe que se perdera e que estava sozinha naquele local, e como não era boba, resolveu não gritar para chamar o zelador afinal, não queria que outra coisa a encontrasse.
Ela continuara caminhando devagar e tentando ser silenciosa até que ouvira mais ruídos, ela para atrás de uma árvore e olha na direção do barulho. De primeira, não conseguia identificar o que estava se movendo, mas depois que a criatura se moveu para a luz da Lua, Audrey pôde ver o que era, e se assustou. Ela recuou bruscamente e tropeçou na raiz de uma árvore, péssimas lembranças. Caiu e deixou a sua varinha se soltar de sua mão, se perdendo em meio aos galhos na escuridão. Com o barulho que causou, aquelas criaturas ficaram agitadas e Audrey já temendo o que poderia vir, procura a sua varinha, sempre pegando o galho errado, até que conjura o feitiço da luz e tem a certeza de que pegou o graveto certo.
Ela clareia aqueles animais e vai se aproximando, ela não sabia o que estava fazendo, só foi. Assim que se aproximou mais, ela percebeu que aqueles animais não se importavam com a sua presença, ninguém se importava. Audrey sentiu algo úmido em seu rosto e se deu conta de que estava chorando. Se o seu pequeno irmão estivesse vivo, ela tão teria de ver aquelas criaturas. Ela foi se agachando lentamente até que ficou de joelhos, com a varinha perto de sua perna e suas mãos cobrindo o rosto, ela chorou. Chorou como tinha chorado no momento em que caiu e que viu o seu irmão imóvel, indefeso, morto.
Cheiro na poção do amor: Bolo de chocolate, mel e terra molhada
História
Audrey, um ano antes de entrar para Hogwarts, viu o seu irmão mais novo morrer. Ela tinha dez, e ele tinha cinco anos de idade. Os dois estavam no quintal da sua casa brincando de pique esconde, até que eles decidem descansar na grande árvore que lá tinha. Seu irmão, Adrian, se sentou no balanço, e ela começou a subir na árvore. Adrian também queria se aventurar, então chamou Audrey e ela voltou para o ajudar e, quando ele alcançou um galho acima dele, Audrey o soltou, achando que ele estava firme, mas ele caiu. Ela também caíra, mas só quebrara o braço esquerdo -e nem sentiu a dor naquela hora, estava muito preocupada com seu irmão-, já Adrian, batera a cabeça na raiz da árvore e não sobreviveu. Audrey começou a gritar e seus pais vieram. Ela não contou ao seus pais, mas ele não morreu na hora. Ele abriu os olhinhos com lágrimas, Audrey segurou sua mão e, com muita dificuldade olhando profundamente nos olhos dela, ele disse que sentiria muita falta de sua companhia.
A sua vida sempre fora só alegria. Ela, o seu irmão, seu pai e sua mãe eram uma família perfeita. A família sagrada exemplar, mas tudo mudara depois daquele o corrido. Depois que o seu irmão mais novo morreu, Audrey entrou em depressão. Não queria comer, beber, brincar ou fazer qualquer outra coisa que lembrava o seu irmão.

Assim que recebeu sua carta para entrar em Hogwarts, seus pais ficaram muito alegres e tentaram animar a menina, mas aquele ano que se passara não tinha sido fácil para nenhum deles. O seu pai se isolava no trabalho, sempre encontrava a sua mãe chorando na cozinha e ela, chorando no quarto do seu irmão -que fora trancado depois de três semanas de sua morte. Ela ganhou um gato, mas como ninguém cuidava dele, ele morreu, e Audrey se sentiu mais culpada ainda.

Com muita relutância, os seus pais conseguiram fazer com que ela fosse para Hogwarts, mas ela não quisera ir ao Beco Diagonal para comprar os materiais, mas já era um começo. Quando os seus pais souberam que ela fora selecionada para a Corvinal, eles ficaram ainda mais orgulhosos, principalmente a sua mãe, uma corvina exemplar, que sempre se destacou por ser a primeira na sua turma de Herbologia e História da Magia.
Audrey sempre se castigou. Já que ela era tão inteligente, como ela não pensara antes de querer fazer seu irmão, de apenas cinco anos subir em uma árvore velha e alta?

Mas a época de culpa foi se amenizando. Audrey foi suportando a ausência de seu irmão assim que fez amigos da sua Comunal. E, aos quinze anos, foi a monitora de sua casa -ela fora chamada para participar do time de Quadribol, mas o seu medo de altura não permitiu. Aos dezesseis, ela continuou na monitoria e sempre fora adorada por seus colegas de casa, e ela sempre adorou os primeiranistas -principalmente porque eles tinham a idade que seu irmão teria. Aos dezessete, ela se tornou a monitora chefe, o que a fez ficar mais feliz do que já estava. Além de fazer algo que gostava, ela estava deixando o seus pais orgulhosos.

Depois que ela se formou em Hogwarts, ela voltou para casa para ficar com seus pais, já que não tinha decidido em que se formaria. Mas isso logo mudou. Sua mãe a incentivara a ser professora em Hogwarts. Aquela ideia a animou muito e foi isso que ela foi fazer, estudar e se formar em História da Magia. Quando se formou naquela matéria, parecia que estava destinado à ela, Hogwarts estava precisando de professores, e não foi difícil conseguir o emprego. Suas notas sempre foram as melhores, todos os docentes que restavam a adoravam e não hesitaram em concordar com aquela admissão. Atualmente, ela é professora e diretora de sua antiga casa.
Aula


A História da Magia



Audrey acorda cedo, afinal, era o seu primeiro dia de aula. Não como aluna, ela já passara desse tempo. Audrey é professora. O quê a surpreende. Não com a sua capacidade, ela sabe que é muito inteligente - não foi por acaso que foi selecionada para a Corvinal. Mas ela nunca imaginara que iria voltar para a escola que tanto amou... Que tanto ama, como professora de História da Magia. Ela toma juízo de que demorara mais do que o usual e se assusta, não quer chegar depois de seus alunos. Já basta estar nervosa, mas atrasada, nunca.
De volta aos seus aposentos, ela se veste e se ajeita rapidamente para seguir à sala de aula. Para a SUA sala de aula.

Ela vai calmamente na direção de sua sala de aula, cumprimentando todos aqueles alunos. Ao chegar na sala, vê somente três lufanos no fundo -fofocando sobre o professor de Trato das criaturas Mágicas ser um lobisomem, o quê a faz rir com o medo que um aluno demonstrou ao ouvir aquilo-, sorri para eles e se senta na mesa esperando os outros alunos. Depois que se passou três minutos do horário estipulado, e o último grupo de alunos entra, Audrey balança o seu indicador na direção da porta, e a mesma se fecha. Alguns alunos, que não tinham o conhecimento de algumas habilidades, ficaram boquiabertos e, quando ela vai se apresentar, uma de seus novos alunos levanta a mão rapidamente fazendo-a ficar quieta e acenar a cabeça permitindo a criança falar.

— Professora, como a senhora faz isso? Nós iremos aprender a fazer feitiços sem a varinha?

— Bom pequeninos, sou a professora Audrey MacIntyre. Espero que sejamos todos amigos. E não, vocês não aprenderão isso na escola. Pelo menos não em Hogwarts. Isso é um dom que tenho desde sempre, mas apenas agora uso com mais frequência, por estar mais preparada. — Audrey sorri explicando à garotinha. Adora crianças curiosas.

— Mais alguma pergunta? Não... Então vamos começar! Pequem os seus livros e os coloquem em cima da mesa. — Depois que todos colocaram os livros em cima da mesa, ela começa a caminhar pela sala e estala os dedos e os livros abrem na página que ela desejara. — Como podem ver, este é o terceiro capítulo, e quero que todos prestem atenção na leitura. — Ela volta para frente da sala, pega o seu livro e começa a leitura sempre olhando os pequeninos.

Capítulo 3 - Magia, a Dádiva do Egito:
Os Egípcios são importantes tanto para trouxas como para bruxos, eles se tornaram uma grande civilização e a bruxaria sempre esteve presente em sua história.
Os egípcios acretivam em varios deuses, faziam rituais e cultavam animais. Para eles os reis da época, chamados Faraós, eram a encarnação desses deuses, os animais também não fugiam disso, eram cultados pois acreditava-se que parte da alma de um deus desceu sobre esse animal, pois esses deuses eram representados de forma humana ou animal.


Deuses Egípcios

Rá -  Sol (principal deus da religião egípcia)

Toth - sabedoria, conhecimento, representante da Lua

Anúbis - os mortos e o submundo

Bastet - fertilidade, protetora das mulheres grávidas

Hathor - amor, alegria, dança, vinho, festas

Hórus - céu

Khnum - criatividade, controlador das águas do rio Nilo

Maet - justiça e equilíbrio

Ptah - obras feitas em pedra

Seth - tempestade, mal, desordem e violência

Sobek - paciência, astúcia

Osíris - vida após a morte, vegetação

Ísis - amor, magia

Tefnut - nuvem e umidade

Chu - ar seco, luz do sol

Geb - terra


Os Egípcios acretivam em vida após a morte e que seus mortos e entes queridos voltariam a vida depois de alguns anos, por isso a mumificação era realizada e as piramides eram construidas para os faraós cheias de tesouros maravilhosos, mas antes de lacrarem lançavam varias maldições na piramides para evitarem roubos, maldições fortes que hoje em dia dão trabalho para a rede de bancos Gringotes, bruxos especializados são chamados e chegam à encontrar até mesmo mumias mutantes, lendas trouxas contam sobre isso e dizem que esses feitiços são a "Maldição do Faraó" por pertubarem seu sono.

  A Fênix e a Esfinge tem origem do Egito, dois animais que são temidos e apreciados no mundo inteiro.
 A Esfinge chegou ao conhecimento dos trouxas por conta da grande escultura feita por arquitetos bruxos que não puderam oculta-la com feitiços realmente fortes e hoje a esfinge faz parte da "mitologia" trouxa.
A Fênix era chamada de Benuu pelos egípcios e só passou a chamar fênix com os gregos, Benuu vem do verbo egípcio  ueben que significa brilhar, erguer. Era o animal considerado o Bà (alma) de Rá, deus Sol e que surgiu na criação do mundo.
Nos tempos atuais os egípcios contriburiam com suas antigas tradições magicas hoje conhecidas no mundo inteiro, a Astronomia, a Adivinhação, pelo metodo da Quiromancia e especialmente a Alquimia já que hoje é encontrado no páis o Centro Egípcio de Estudos Alquímicos.

— Agora que já fizemos essa leitura, eu quero que vocês escolham um desses deuses e faça um pequeno resumo, uma pequena bibliografia, o.k.? Qualquer dúvida, estarei aqui para tirá-la de você. — Ela se senta na sua cadeira e vai ler novamente, nunca deixando de tirar os olhos dos pequeninos.

[...]

Após um pouco mais de quarenta minutos, todos os alunos conseguem entregar o pergaminho com a atividade -com alguns sempre pedindo ajuda- e Audrey os libera para a próxima aula.
— Parabéns alunos! Vocês se saíram muito bem. Leiam o livro e venham mais preparados para a próxima aula. Até mais. — Sorri para eles e espera todos saírem da sala para poder trancá-la.



[OFF]
Link do livro

copyright 2013 - All Rights Reserved for Larissa



Obs.: Coloquei uma habilidade (Avarador) e também a função de Diretora da Corvinal na ficha. Espero que não haja problemas.
avatar
Corpo Docente
Sangue :
  • Puro

Idade :
22

Imagem :

Varinha :
Abeto com núcleo de Pó de Chifre de Arpéu

Data de nascimento :
09/08/1994

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: [FF] MACINTYRE, Audrey Stuart - Professora

Mensagem por Narrador em Qui Dez 08, 2016 7:02 pm






ficha aprovada

Porém, peço que em seus posts e aulas tenha um pouco mais de cuidado com pontuações e com algumas repetições, ok?
Em relação à diretoria da Corvinal, ela é toda sua. A questão do dom ainda estamos decidindo sobre como funcionará.
Provavelmente será por seleção da staff mesmo, para quem temos planos mais especiais na trama, mas
permitiremos que obtenha esse dom por não termos comunicado isso antes. Obrigada.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum